Me Afino em Acordes Alterados
Zelia

Duncan
"Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual porque, sinceramente, sou diferente." (Clarice Lispector)
Sou como você me vê.
(...)Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante (...)
Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, Depende de quando e como você me vê passar.(...)" Clarice Lispector

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Um brinde ao espaço Observando e Absorvendo

Bem começo a escrever nesse novo espaço porque o primeiro blog ja é característico de postar poesia, muitos dos amigos e leitores passam por lá e desejam ler um poema , quando tentei postar por la algo alem de poesia não foi muito positivo o resultado.Pois textos em sequência parece cansa aos que lêem.
O segundo blog foi criado para que possa ser postado la textos onde a imaginação possa fluir e tanto eu que escrevo quando os que lêem possa se soltar ...
E aqui?
Aqui vou escrever o que me passar na mente em que tempo seja.
Trabalho no pc então estou plugada o dia todos, uso todas as redes sociais que posso dar conta.
Assim já postando agora minha alegria de saber meu filho caçula que já estreou nesse domingo dia 11 as 18 hs no Sesc Pompéia em SP.
Semana que vem estou lá pra ver outra estréia dele em teatro.
Mas falo ainda hoje mais tarde.
Brindo com alegria á estréia do Wallace Kyosky's em SP , também estréia de direção de
Alcleir Alcantara Kyosky's aqui nos ES; brindo também a uma ligação de telefone que me fez muito mais encantada que sou nesse domingo tão cheio de Observações que fui Absorvendo m
as sempre entre sonhos e delírios
Tim Tim!







Catiaho Alcantara
obs:ainda vou levar um tempo pra acertar aqui,portanto aguardem sem queixas ainda.

Meu Livro Novo!Informações pelo email;catiaho@hotmail.com

Meu Livro Novo!Informações pelo email;catiaho@hotmail.com

reciprocidade

Você que vai, foi ou está no consultório
médico. Você que ri e chora tendo vez
que chora mais do que pode sorrir tem
mais é que vencer a força do tempo que
age sobre todas as coisas e se possível
transformar o imutável.
Um minuto de felicidade deverá ser
transformado ou entendido como uma
vida inteira de alegria e, se acaso o
pranto lhe chegar aos olhos, entenda-o
como chuva de verão que vem, molha um
pouco, eu sei, mas não perdura. Vem,
tempera a terra e vai embora.
Este momento em que você, ansiosa,
espera pelo diagnóstico do seu médico
não é pior do que um vento que sopra a
sua saia, desalinha os seus cabelos, beija o
seu rosto e segue em frente.
Não admita a ideia do sofrimento
antecipado ou, mesmo que doa à beça, não
sofra porque o hoje, mais cedo ou mais
tarde ficará no esquecimento do passado.
Ria, portanto, sofra se não morrer, mas não
chore porque a vida é bela e o mal não faz
sentido.

silvioafonso.

2209010