Me Afino em Acordes Alterados
Zelia

Duncan
"Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual porque, sinceramente, sou diferente." (Clarice Lispector)
Sou como você me vê.
(...)Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante (...)
Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, Depende de quando e como você me vê passar.(...)" Clarice Lispector

domingo, 24 de setembro de 2017

Bora Absorver o Observado

Minha vida tem sido muito boa, e ainda É: admito.
Dos dezenove anos em diante
Vivi mais de trinta anos Observando a Vida passar e Absorvendo (guardando) quase tudo.
Não havia necessidade de expor ou de provar o Absorvido.
O fato é que chegou a minha hora de por tudo em pratica.
Me sinto quase como quando se conclui o estudo na universidade e de posse do certificado
 e números que permitem a pratica n área.
Me sinto segura e pronta.
Já tive pressa em realizar os projetos guardados.
Ja tive pressa de viver bem com as pessoas que amo.
Já tive pressa de executar as tarefas á minha frente.
Hoje não tenho mais pressa alguma.
Apenas me reservo o direito de viver um dia de cada vez, virar as páginas da Vida uma a uma
bem no tempo adequado.
Constatei ter o paladar apurado e os sentimentos bem a flor da pele.
Escrever e Ler são alguns dos meus prazeres.
Se Vida pesar a mão e me apertar, eu pegarei minha canga e irei pensar na
praia, vendo o vai e vem das ndas e ouvindo aquele som relaxante.
Deixarei as pessoas passarem a minha frente, a minha direita ou a minha esquerda
e vou gostar de por em pratica tanto tempo Observado e Absorvido.
É isso...
CatiahoAlc./ReflexodAlma
7100290421703

Meu Livro Novo!Informações pelo email;catiaho@hotmail.com

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reciprocidade

Você que vai, foi ou está no consultório
médico. Você que ri e chora tendo vez
que chora mais do que pode sorrir tem
mais é que vencer a força do tempo que
age sobre todas as coisas e se possível
transformar o imutável.
Um minuto de felicidade deverá ser
transformado ou entendido como uma
vida inteira de alegria e, se acaso o
pranto lhe chegar aos olhos, entenda-o
como chuva de verão que vem, molha um
pouco, eu sei, mas não perdura. Vem,
tempera a terra e vai embora.
Este momento em que você, ansiosa,
espera pelo diagnóstico do seu médico
não é pior do que um vento que sopra a
sua saia, desalinha os seus cabelos, beija o
seu rosto e segue em frente.
Não admita a ideia do sofrimento
antecipado ou, mesmo que doa à beça, não
sofra porque o hoje, mais cedo ou mais
tarde ficará no esquecimento do passado.
Ria, portanto, sofra se não morrer, mas não
chore porque a vida é bela e o mal não faz
sentido.

silvioafonso.

2209010